Então era isto. De repente, como num passe de mágica, o meu desejo estava se realizando. Devo confessar que se tivesse planejado, não teria obtido o mesmo êxito que estou tendo agora. O fato era incontestável. Era ela mesmo. Não havia engano algum. A questão agora era saber o que iria acontecer em seguida. Todo aquele tumulto lá fora, as pessoas, a policia, a imprensa, tudo desapareceu a minha volta, só existia eu , o poeta alucinado,e ela, a musa inspiradora, ambos aprisionados numa fração de segundos de um tempo paralelo. Meus olhos estavam fixos nos olhos dela, eu queria dizer tanta coisa , mas só conseguia olhar para ela e sorrir. Ela também me olhava, mas seu olhar era de perplexidade, não de felicidade. Naquele momento compreendi que algo estava errado. Mas eu não conseguia entender o que era. É que ingenuamente esperava que ela, a mulher dos meus sonhos, assim que me visse, viria correndo para os meus braços cheia de amor pra dar. Ela permanecia parada na minha frente com as mãos na cintura, e não tardou perguntar para mim: e ai meu, o que ta acontecendo, te explica infeliz, que merda é esta que tu ta fazendo????????????????? Eu comecei a sentir uma pequena vertigem, como se o chão estivesse desaparecendo a minha volta, a visão ficou turva por alguns instantes que eu achei que ia cair. Onde já se viu a mulher dos nossos sonhos falar merda assim sem mais nem menos como se fosse uma palavra comum. Não, isto não! Isto eu não vou permitir.
Antes que ela dissesse mais alguma coisa, corri em sua direção e calei sua boca com um desesperado beijo a força. não tive tempo de degustar o beijo, uma joelhada estrategicamente e fortemente bem aplicada, me colocou fora de combate. A reporter colocou o microfone quase dentro da ( bo-ca dela), desculpem a cacofonia aqui utilizada, mas é que prostrado no chão e totalmente indefeso, não tenho cabeça para pensar em outra palavra mais adequada. A reporter continuava a perguntar, e eu ali no chão sem poder fazer nada. Por que a senhora fez isto, perguntou a reporter. É que me deu vontade e que por que ele merecia. A senhora o conhece ou foi uma manifestação em defesa de todos os poemas indefesos? Sim, uma parte foi por indignação pelo que ele fez aos pobres coitados poemas, e por que ele me abandonou e me deixou na rua da amargura, sem eira nem beira.
E agora o que tu pretendes fazer? Pretendo acabar com a vida dele. Dito isto sacou uma arma da bolsa e apontou na minha direção. Sera que seria o meu fim? Será que ela teria coragem de atirar?
NÃO PERCA NO PROXIMO CAPITULO FORTES EMOÇÕES.
terça-feira, 24 de março de 2009
A MUSA INSPIRADORA PARTE 4
PARTE 4
O tempo passa rápido quando a gente não quer que ele passe. Outras vezes ele parece que para e nada acontece. A voz de um homem falando em um megafone solicitava que eu permitisse a presença de um representante dos direitos poéticos dentro da casa para que pudesse avaliar a saúde deles. Não concordei na hora , mas insistiram tanto que acabei permitindo a entrada do representante com uma condição. Queria uma equipe de televisão para me entregar. Era isto ou nada. Duvido que alguem da imprensa vai querer se interessar por uma poeta que guarda poemas em gavetas, todo mundo faz isto, não sei por que toda esta confusão. Não demorou muito para o pessoal da imprensa chegar. Chegatam e ja foram apontando as cameras para dentro de casa. Eu achei aquilo tudo muito engraçado e para complicar mais a situação escolhi a equipe de uma emissora conhecida para dar entrevista. A policia concordou que entrasse o representante dos direito dos poemas junto com a imprensa. Eu que ja tava ralado mesmo e não tinha nada a perder, concordei. Para meu espanto o representante dos poemas era uma mulher. E que mulher. Mas por que uma mulher? Poderia ser um homem, não faria diferença alguma. Homens vão direto ao que interessa, não ficam enrolando e nem tentando seduzir a gente com caras bocas e corpo. É que era estranho, incomum é a palavra certa. Será que eles acham que vou me derreter todo ante a presença de uma mulher? Mas que idiotas. O primeiro a entrar foi o homem com a camera, depois entrou a reporter e por fim a representante dos poemas. Ela parou na porta e ficou analisando a situação. Eu para mostrar que dominava a situação, mantinha alguns poemas perto da chama acesa do fogão, era só abrir a mão e eles logo virariam cinzas. É claro que não tinha intenção nenhuma de acabar com os poemas, era só um blefe para assustá-los. Ela deus dois passos na minha direção, parou e soltou os cabelos, meneou a cabeça de um lado a outro provocantemente. Achei aquilo engraçado, só faltava ela ficar nua e dizer que estava pronta para o uso. Depois que ela soltou os cabelos, tirou os óculos escuros e simplesmente sorriu para mim. Isto mesmo. Ela estava sorrindo para mim maliciosamente. Se a intenção era me desconcentrar, ela estava conseguindo, tanto que quase deixei cair os poemas nas chamas azuis do fogão. Ela gritou assustada;_ Não! Os meus poemas não! Imediatamente o cinegrafista apontou a camera para a representante que havia gritado. Como assim, meus poemas, perguntei. A pergunta morreu antes de completar a rima rica. A resposta era tão óbvia que quase não acreditei na obviedade da verdade escancarada na minha frente. Ela era a mulher dos meus sonhos. A minha musa inspiradora.
Ta gostando, então manda um comentário picante.
O tempo passa rápido quando a gente não quer que ele passe. Outras vezes ele parece que para e nada acontece. A voz de um homem falando em um megafone solicitava que eu permitisse a presença de um representante dos direitos poéticos dentro da casa para que pudesse avaliar a saúde deles. Não concordei na hora , mas insistiram tanto que acabei permitindo a entrada do representante com uma condição. Queria uma equipe de televisão para me entregar. Era isto ou nada. Duvido que alguem da imprensa vai querer se interessar por uma poeta que guarda poemas em gavetas, todo mundo faz isto, não sei por que toda esta confusão. Não demorou muito para o pessoal da imprensa chegar. Chegatam e ja foram apontando as cameras para dentro de casa. Eu achei aquilo tudo muito engraçado e para complicar mais a situação escolhi a equipe de uma emissora conhecida para dar entrevista. A policia concordou que entrasse o representante dos direito dos poemas junto com a imprensa. Eu que ja tava ralado mesmo e não tinha nada a perder, concordei. Para meu espanto o representante dos poemas era uma mulher. E que mulher. Mas por que uma mulher? Poderia ser um homem, não faria diferença alguma. Homens vão direto ao que interessa, não ficam enrolando e nem tentando seduzir a gente com caras bocas e corpo. É que era estranho, incomum é a palavra certa. Será que eles acham que vou me derreter todo ante a presença de uma mulher? Mas que idiotas. O primeiro a entrar foi o homem com a camera, depois entrou a reporter e por fim a representante dos poemas. Ela parou na porta e ficou analisando a situação. Eu para mostrar que dominava a situação, mantinha alguns poemas perto da chama acesa do fogão, era só abrir a mão e eles logo virariam cinzas. É claro que não tinha intenção nenhuma de acabar com os poemas, era só um blefe para assustá-los. Ela deus dois passos na minha direção, parou e soltou os cabelos, meneou a cabeça de um lado a outro provocantemente. Achei aquilo engraçado, só faltava ela ficar nua e dizer que estava pronta para o uso. Depois que ela soltou os cabelos, tirou os óculos escuros e simplesmente sorriu para mim. Isto mesmo. Ela estava sorrindo para mim maliciosamente. Se a intenção era me desconcentrar, ela estava conseguindo, tanto que quase deixei cair os poemas nas chamas azuis do fogão. Ela gritou assustada;_ Não! Os meus poemas não! Imediatamente o cinegrafista apontou a camera para a representante que havia gritado. Como assim, meus poemas, perguntei. A pergunta morreu antes de completar a rima rica. A resposta era tão óbvia que quase não acreditei na obviedade da verdade escancarada na minha frente. Ela era a mulher dos meus sonhos. A minha musa inspiradora.
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segunda-feira, 23 de março de 2009
PARTE 3
Parte 3 A confusão lá fora estava daquele jeito. E já que queriam minha cabeça, decidi colocar mais lenha na fogueira. Fui ate a gaveta e peguei um poema pequeno e inexpressivo pelo pescoço e levei ate a janela para que todos vissem que eu não estava brincado. E realmente não estava. Jamais passou pela minha cabeça ser poeta. Foi tudo idéia daqueles poemas que escrevi num momento de fraqueza. A reação das pessoas na rua foi imediata, todos fizeram um coro de OHHHH MEU DEUS! Os Policiais engatilharam suas armas e apontaram na minha direção. O poema preso pelo pescoço ficou pálido feito uma folha branca de papel. A intenção não era aquela. Fiz por que tinha que fazer alguma coisa para conter aquela gente toda. Foi uma medida drástica, admito, mas necessária. Agora as atenções estavam todas concentradas na minha direção. Então fiz a primeira exigência: Quero que encontrem a mulher dos meus sonhos. O negociador disse pelo telefone que faria tudo para encontrar a mulher dos meus sonhos, mas que eu deveria libertar o poema para demonstrar que tinha boa vontade. Concordei e joguei pela janela o poema que tinha sob meu jugo. Vi ele se estatelando no chão e os policiais correndo para resgata-lo. Na hora eu não senti remorso do que fiz . Ele foi um dos primeiros esboços de poema que tentei fazer. Não era tão importante assim. Mas graças a este subterfúgio, consegui ganhar algum tempo para refletir sobre como sairia daquela situação inusitada. Eu queria saber como é que eles iriam descobrir quem era a tal mulher dos meus sonhos. Eles nem perguntaram quem ela era e nem onde morava. Eu mesmo não sei onde ela mora. Essa eu quero ver. Mas se por ventura, sorte ou esperteza, ela for encontrada, o que vou disser a ela. O que ela vai pensar de mim. Será que ela ainda me ama, ou já sou página virada na sua vida. Agora estava feita a confusão, era só esperar o tempo passar.
domingo, 22 de março de 2009
Parte 2
A pressão externa pelos direitos poéticos a cada dia são mais intensos. Não sei como descobriram que mantenho poemas presos dentro da gaveta. Eu os trato bem. Dou de vez em quando a eles alguma palavra de animo, incentivo–os dizendo que em breve estarão nos livros por todo o mundo. Mas advirto que devem esquecer esta idéia estapafúrdia de que sou poeta. Eu não sou poeta e ponto final. O fato virou noticia da hora em todos os noticiários. HOMEM MANTÉM POEMAS PRESOS POR MAIS DE UMA DECADA DENTRO DE UMA GAVETA. A pergunta que todos querem saber é porque os poemas estão presos. Qual o crime que cometeram. De repente começou a chegar diversas viaturas com policiais e que num instante cercaram a casa. juntou uma multidão saída sei la de onde, e começaram a gritar palavras de ordem na frente da casa- Liberdade Para Os Poemas/ Liberdade Para Os Poemas. Um outro cartaz da A.L.L.P. “Associação da livre Literatura Poética”, conclamava a imediata libertação dos poemas sob a alegação de uma intervenção dos poderes locais, nacionais, federais, internacionais, e ate o Papa se fosse necessario. Queria saber como foi que descobriram sobre os poemas presos. Eu não contei para ninguém. E as pessoas que vieram aqui em casa nunca viram os poemas presos. Maldita mídia! Foi só noticiar sobre os poemas presos que já deu esta confusão toda. O telefone toca e do outro lado da linha uma voz suave de um homem que se dizia negociador e pedia para que eu mantivesse a calma e tudo seria resolvido. Eu não entendi o que seria resolvido. Disse a ele que não havia nada para ser resolvido. Ele disse que eu só tinha que libertar os reféns e que nada de mal iria me acontecer. Eu disse , que refens? Ele disse : Os poemas na gaveta . Mas eles não são refense, argumentei, eles são apenas poemas escritos em folhas de caderno, nada maisdo que isto. Questionei sobre o que ele, ou o resto do mundo tinham a ver com os meus poemas. Eles foram escritos por mim, eu era o dono deles, podia fazer com eles o que bem entendesse. Podia ate rasga-los se eu quisesse, e pensando bem, era o que devia ter feito desde o inicio. A voz ao telefone argumentou que os poemas, assim como os nossos filhos, não nos pertencem completamente, um dia seguirão seus próprios caminhos mundo a fora.
Agora aos olhos do mundo eu era um poeta louco e perigoso e ainda tinha que escutar um papo psicológico barato de alguém que não me conhecia. A turba la fora queria ver sangue, o meu sangue, eles só queriam ver o circo pegar fogo.
Não perca o próximo e eletrizante capitulo.
Agora aos olhos do mundo eu era um poeta louco e perigoso e ainda tinha que escutar um papo psicológico barato de alguém que não me conhecia. A turba la fora queria ver sangue, o meu sangue, eles só queriam ver o circo pegar fogo.
Não perca o próximo e eletrizante capitulo.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Será que sou poeta
Sou poeta. Pensei que não era. Pensei que poeta fosse um outro tipo de gente. Uma criatura intocável, detestável, e de poucas palavras. Eu mesmo não me julgo um poeta. Estou tão distante deles que o que escrevo é apenas intenção poética, jamais serei reconhecido como tal. Quem diz que sou poeta, são as poesias que escrevi, e por acha-las imaturas e ingênuas, mantenho-as dentro da gaveta a sete chaves. De vez em quando abro a cela e as deixo respirar um pouco, não sou um sujeito injusto, justo eu que jamais abati um inseto qualquer, mas a vida é assim mesmo. Uns ganham outros perdem. Eu ganho paz. As poesias permanecendo sem contato com o mundo externo, esquecem da idéia de tentar me convencer de que sou um poeta.
Eu queria ser um poeta. Juro que queria. Mas existe uma distância imensa entre querer ser e ser o que se quer ser. Se alguém me perguntasse como comecei a ser poeta, a resposta óbvia e esperada é a de que encontrei a minha musa inspiradora. É e verdade. A mais pura e absoluta verdade. Bom! Eu não era poeta, acho que nunca fui. E jamais pensei que seria. A primeira poesia, se bem me lembro, saiu assim feito um espirro. Rápido e sem jeito de segurar. Quando vi, estava lá um verso que eu não conhecia e que de certa forma esperava que eu o reconhecesse como filho, afinal havia saído de dentro de mim. Mas ele não era meu. Já nasceu com o destino devidamente traçado. Ele pertencia a minha musa inspiradora. Mas antes que ela tomasse conhecimento deles, e por pura piedade, qualidade latente das mulheres,optasse por querer adota-las, eu necessitaria abrir a guarda e declarar meu amor a ela. Mas poetas não sabem se apaixonar, sabem poetizar. Devo dizer que identifiquei o poema agitador,o mentor intelectual, aquele que incendiava os ânimos dos incautos poemas. Imaginem o que fiz com o desgranido do poema. Usei de um pequeno subterfúgio para poder trancafia-lo dentro da gaveta. Ataquei na parte mais delicada de um poema, a sua auto-estima. Disse que ele estava coberto de razão em achar que era um poeta. Olhei-o demoradamente. Peguei ele em minhas mãos e verti falsas lágrimas de emoção. Não deu outra. Quando ele titubeou, jóquei-o dentro da gaveta. Ele foi o primeiro, outros tantos com o passar dos anos, super lotaram o exíguo calabouço dos poemas esquecidos.
Para tirar a possibilidade de que eles,os poemas estivessem certos quanto a eu ser poeta, fui ao dicionário pesquisar a palavra poeta.
po.e.ta - adj. e s. m. 1. Que, ou aquele que tem inspiração poética. 2. Que, ou aquele que se dedica à poesia. 3. Que, ou aquele que faz versos. 4. Que, ou aquele que devaneia ou tem caráter idealista. Fem.: poetisa.
1.Não tenho e acho que jamais tive inspiração poética. 2.Não me dedico integralmente à poesia. 3.Não faço versos o tempo todo. 4.Esta parte do devaneio eu gostei, agora, sobre ter caráter idealista, isto é outra história e que não convém comentar agora.
Não quero publicar agora estes poemas. Não enquanto estiver vivo. Depois que façam deles o que bem quiserem. Ai eles não serão mãos responsabilidade minha. Claro que não quero morrer prematuramente. É claro também que tenho medo de ser poeta. É muita responsabilidade para um só individuo. E eu tenho mais o que fazer na vida do que perder tempo compondo versinhos açucarados e
entediantes.
continua......não perca as fortes emoções do proximo capitulo , SERA QUE SOU POETA?
Eu queria ser um poeta. Juro que queria. Mas existe uma distância imensa entre querer ser e ser o que se quer ser. Se alguém me perguntasse como comecei a ser poeta, a resposta óbvia e esperada é a de que encontrei a minha musa inspiradora. É e verdade. A mais pura e absoluta verdade. Bom! Eu não era poeta, acho que nunca fui. E jamais pensei que seria. A primeira poesia, se bem me lembro, saiu assim feito um espirro. Rápido e sem jeito de segurar. Quando vi, estava lá um verso que eu não conhecia e que de certa forma esperava que eu o reconhecesse como filho, afinal havia saído de dentro de mim. Mas ele não era meu. Já nasceu com o destino devidamente traçado. Ele pertencia a minha musa inspiradora. Mas antes que ela tomasse conhecimento deles, e por pura piedade, qualidade latente das mulheres,optasse por querer adota-las, eu necessitaria abrir a guarda e declarar meu amor a ela. Mas poetas não sabem se apaixonar, sabem poetizar. Devo dizer que identifiquei o poema agitador,o mentor intelectual, aquele que incendiava os ânimos dos incautos poemas. Imaginem o que fiz com o desgranido do poema. Usei de um pequeno subterfúgio para poder trancafia-lo dentro da gaveta. Ataquei na parte mais delicada de um poema, a sua auto-estima. Disse que ele estava coberto de razão em achar que era um poeta. Olhei-o demoradamente. Peguei ele em minhas mãos e verti falsas lágrimas de emoção. Não deu outra. Quando ele titubeou, jóquei-o dentro da gaveta. Ele foi o primeiro, outros tantos com o passar dos anos, super lotaram o exíguo calabouço dos poemas esquecidos.
Para tirar a possibilidade de que eles,os poemas estivessem certos quanto a eu ser poeta, fui ao dicionário pesquisar a palavra poeta.
po.e.ta - adj. e s. m. 1. Que, ou aquele que tem inspiração poética. 2. Que, ou aquele que se dedica à poesia. 3. Que, ou aquele que faz versos. 4. Que, ou aquele que devaneia ou tem caráter idealista. Fem.: poetisa.
1.Não tenho e acho que jamais tive inspiração poética. 2.Não me dedico integralmente à poesia. 3.Não faço versos o tempo todo. 4.Esta parte do devaneio eu gostei, agora, sobre ter caráter idealista, isto é outra história e que não convém comentar agora.
Não quero publicar agora estes poemas. Não enquanto estiver vivo. Depois que façam deles o que bem quiserem. Ai eles não serão mãos responsabilidade minha. Claro que não quero morrer prematuramente. É claro também que tenho medo de ser poeta. É muita responsabilidade para um só individuo. E eu tenho mais o que fazer na vida do que perder tempo compondo versinhos açucarados e
entediantes.
continua......não perca as fortes emoções do proximo capitulo , SERA QUE SOU POETA?
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